O Palmeiras possui dois mascotes oficiais que representam diferentes momentos de sua história: o Periquito e o Porco Gobbato. Juntos, eles simbolizam tradição, identidade e a capacidade da torcida palmeirense de transformar sua própria história.
O Periquito
O Periquito é o mascote mais antigo do Palmeiras. Sua origem remonta a 1917, ainda nos tempos do Palestra Italia, quando a equipe passou a utilizar o uniforme totalmente verde.
O apelido também ganhou força porque muitas aves dessa espécie habitavam os bosques próximos ao Parque Antarctica. Com o passar do tempo, o Periquito tornou-se um dos símbolos mais tradicionais do clube.
De provocação a símbolo da torcida
Durante muitos anos, torcidas adversárias utilizaram a palavra “porco” como provocação contra os palmeirenses. Em 1986, a própria torcida decidiu responder de uma maneira diferente: assumiu o apelido e o transformou em um grito de orgulho.
Em uma partida contra o Santos, os palmeirenses responderam às provocações com o canto “Dá-lhe Porco”. Pouco depois, a Revista Placar publicou uma capa com o jogador Jorginho Putinatti segurando um porco, ajudando a consolidar definitivamente o novo símbolo.
O Porco Gobbato
Trinta anos depois de a torcida abraçar o apelido, o Palmeiras oficializou o porco como seu segundo mascote. Em novembro de 2016, o personagem Porco Gobbato foi apresentado aos torcedores no estádio.
Desde então, Gobbato acompanha o tradicional Periquito em jogos, eventos e ações promovidas pelo clube, aproximando os mascotes de torcedores de todas as idades.
Dois símbolos, uma paixão
O Periquito representa as origens e a tradição palestrina. O Porco Gobbato representa a força da torcida, que transformou uma provocação em identidade e orgulho.
Com histórias diferentes, os dois mascotes dividem o mesmo espaço no coração dos palmeirenses e ajudam a transmitir a cultura alviverde para novas gerações.
